
Vivemos, a maior parte das vezes, em função do tempo que faz; do tempo que dispomos; do tempo que nos falta; do tempo que nos sobra; do tempo que sonhamos vir a ter; do tempo que perdemos; do tempo que já passou; do tempo que há-de vir...
A sua duração tão depressa causa-nos alegria como desespero.
Alguns preferem apagar um tempo que os fragilizou e os impede de viver no presente;. Outros julgam possível ignorar o tempo, numa rebeldia que os leva a uma vivência difícil.
Achamos que nunca temos o tempo suficiente para vivermos e realizarmos o que nos propomos realizar. Não ter tempo é uma desculpa bastante conhecida. Mas, por momentos tentamos prolongar a sua paragem.
A sua duração tão depressa causa-nos alegria como desespero.
Alguns preferem apagar um tempo que os fragilizou e os impede de viver no presente;. Outros julgam possível ignorar o tempo, numa rebeldia que os leva a uma vivência difícil.
Achamos que nunca temos o tempo suficiente para vivermos e realizarmos o que nos propomos realizar. Não ter tempo é uma desculpa bastante conhecida. Mas, por momentos tentamos prolongar a sua paragem.

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