quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Quando sentimos que aquilo que gostamos nos escapa...


Esta pequenina...que neste momento está enorme:) Acompanha-me desde a minha vida académica..queria tanto um animal mas um cão não podia ter pois a malta de casa não achava muita piada, um gato eram alérgicos, então depois da duvida adoptei-a:)))
Quando me sentia sozinha falava para ela..parece ridículo pois ela não me entendia muito menos respondia..pois se eu lhe desse um pouco de maçã ai sim dirigia-se a mim para dar umas trincas:) Viagava comigo..partilhou alguns anos de mudança da minha vida comigo..e também levei umas ferradelas..mas era a forma que ela tinha de dizer " Dona gosto de ti"...pois eu consegui por muitos amigos a gostarem dela e até a deixar de comer primos dela:)
È bom recordar os momentos que ela esteve ao meu lado com saúde e a dar os seus belos de PINOTES "que como a Susaninha diz os açorianos referem-se a este nome para pedir amendoins"...
Ta doentinha e tudo estou a fazer para a salvar..mas há doenças que só mesmo um Milagre..mas como o próprio ditado diz " A esperança é a ultima a morrer"...
Eis aqui a partilha de um retalho importante nesta minha passagem..e quem realmente gosta de animais vai entender estas pequenas palavras aqui referidas!!!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Por vezes queremos percorrer caminhos, optar por escolhas, traças atitudes, construir-mo-nos mas torna-se difícil..ou então é mesmo fácil dependendo dos olhos de quem encara..
Devia-mos construir um caminho apenas por momentos, vontades súbitas e não medos da surpresa de uma atitude..será que é possível deixar alguma coisa por fazer?Por dizer??sim..pois achamos sempre que devíamos fazer isto e não aquilo, dizer mais e não menos, viver determinadas sensações e não pode-mos e seguidamente passa e surgem outras vontades.
A questão de ser racional tem pontos positivos e negativos..a espontaneidade e a vontade deviam vencer mesmo que não pensada..
Era tão bom abrir a janela do quarto olhar para o exterior e dizer eu faço apenas o que interiorizo...era!!!

Questões..pensamentos..devaneios em conversa de café partilhadas por varias experiências de vida e diferentes personalidades

quarta-feira, 28 de julho de 2010

É possível impor silêncio ao sentimento.. não é, porém, possível marcar-lhe limites.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

O Tempo...



O tempo é que gere a nossa vida, é uma presença constante. Limita-nos e condiciona-nos, fazendo alguns de nós seus escravos. Determina as nossas características, delimita os nossos comportamentos.
Vivemos, a maior parte das vezes, em função do tempo que faz; do tempo que dispomos; do tempo que nos falta; do tempo que nos sobra; do tempo que sonhamos vir a ter; do tempo que perdemos; do tempo que já passou; do tempo que há-de vir...
A sua duração tão depressa causa-nos alegria como desespero.
Alguns preferem apagar um tempo que os fragilizou e os impede de viver no presente;. Outros julgam possível ignorar o tempo, numa rebeldia que os leva a uma vivência difícil.
Achamos que nunca temos o tempo suficiente para vivermos e realizarmos o que nos propomos realizar. Não ter tempo é uma desculpa bastante conhecida. Mas, por momentos tentamos prolongar a sua paragem.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Reflexão..através de uma questão surgem outras e assim sucessivamente



Silêncio = contrário do ruído.
Hoje em dia vemos ruído desde que nos levantamos até que nos deitamos.
Quando pensamos em ruído, depressamente pensamos no ruído auditivo, mas pode também ser visual. É lógico admitir que trabalhar na área do design nos traz todos os dias confrontos com ruídos, no processo empírico de design se traduz em tentativa/erro. A procura da forma, da cor, do tipo de letra certa. O objectivo é o equilíbrio, a harmonia. Antes de qualquer espectáculo, vem o silêncio, antes da criação vem o pensamento.
No extremo do contraste, o preto e o branco são a simbiose perfeita entre contexto e conteúdo. É graças ao silêncio do branco que se ouve o preto a tocar, ou vice-versa, e basta seguir um pouco essa conduta para conseguir uma comunicação eficaz, perspicácia na mensagem.

É o mesmo que dizer que uma imagem tem de acompanhar um texto, um tipo de letra tem de acompanhar as cores, as imagens, resumindo todos se acompanham e complementam para atingir o objectivo e entrar no Silêncio.
Todos nós andamos rodeados de imagens, sons e cheiros em excesso e precisamos equilibrar as coisas. É impressionante a capacidade que temos de imaginar e raciocinar a partir de uma coisa tão pequena, como um ponto, pois a partir dele nascerá uma linha e assim por diante.
Venha o silêncio, para podermos pensar! Ou também será possível reflectir no ruído? É contraditório?